Religião

Ser Evangélico: Toda igreja local deve crescer (Parte III)

Por Roberty Lauar
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Toda igreja local deve crescer. Se a sua igreja não está crescendo, ela está espiritualmente doente. Lucas mostra em Atos dos Apóstolos que a igreja crescia pela vontade de Deus. É Ele quem produz o crescimento da sua igreja. Esse crescimento, contudo, é promovido por Deus em resultado ao trabalho dos crentes que obedecem à Grande Comissão. Observem que em Atos, a igreja crescia por ação de Deus e pelo trabalho missionário dos irmãos. Lucas apresenta cinco maneiras como a igreja crescia ou como ela deve crescer hoje: crescimento geográfico, numérico, espiritual, verdadeiro e rápido.
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Conheça as diferenças entre os grupos evangélicos tradicionais, pentecostais e neopentecostais (Parte II)

Por Roberty Lauar
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As igrejas protestantes se dividem em três ramificações: as tradicionais, as pentecostais e as neopentecostais. As tradicionais compreendem, principalmente, as chamadas “igrejas históricas” que se originaram na Reforma Protestante ou bem próximo dela.
As pentecostais, por sua vez, englobam as que tiveram início no reavivamento nos Estados Unidos, entre l906 e l910. Esse fenômeno é um racha entre igrejas norte-americanas. As experiências “místicas do “Batismo no Espírito Santo” levaram os membros a serem excluídos de suas antigas igrejas, formando assim, outras comunidades que levaram o nome de Assembléias de Deus, (não confundir com a igreja brasileira que leva o mesmo nome).
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Igrejas neopentecostais são como o Mcdonald’s, afirma sociólogo

O sociólogo e escritor Eduardo Guilherme de Moura Paegle diz em entrevista a revista Carta Capital que as igrejas neopentecostais se parecem com as redes de Fast Food, o que ele descreve como “McDonaldização da fé Cristã”.
Paegle foi um dos estudiosos escolhidos pela Carta Capital para compor a reportagem sobre “a avalanche evangélica”, divulgada recentemente pelo IBGE e usou a Igreja Universal do Reino de Deus (IURD) para o seu exemplo.
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SER EVANGÉLICO (Parte I)

Por Roberty Lauar
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O termo “evangélico” deriva da palavra “evangelho”, a qual significa “boas novas”. Durante toda a história, o termo “evangélico” foi usado para referir-se a tudo o que concerne ao evangelho de Jesus. Após a Reforma Protestante, esse termo começou a ser usado de uma forma crescente pelas denominações que surgiram posteriormente, até chegar ao ponto de identificar os membros de tais denominações como “evangélicos”
O número de evangélicos no Brasil aumentou 61,45% em 10 anos, segundo dados do Censo Demográfico divulgado recentemente pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). Em 2000, cerca de 26,2 milhões se disseram evangélicos, ou 15,4% da população. Em 2010, eles passaram a ser 42,3 milhões, ou 22,2% dos brasileiros. Em 1991, o percentual de evangélicos era de 9% e, em 1980, de 6,6%.
Mesmo com o crescimento de evangélicos, o país ainda segue com maioria católica. Segundo o IBGE, o número de católicos foi de 123,3 milhões em 2010, cerca de 64,6% da população. No levantamento feito em 2000, eles eram 124,9 milhões, ou 73,6% dos brasileiros. A queda foi de 1,3%.
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10 anos sem Chico Xavier

Por Roberty Lauar
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No último sábado foram completados 10 anos da morte do médium Chico Xavier. Um dos maiores símbolos do Espiritismo no Brasil, Chico nasceu em Pedro Leopoldo e desenvolveu a maior parte de seus trabalhos em Uberaba, em Minas Gerais.
Para o diretor do Instituto de Difusão Espírita de Juiz de Fora, Ademir Amaral, os ensinamentos do médium permanecem na sociedade até hoje, principalmente por divulgar a doutrina de Jesus Cristo. Além disso, Chico Xavier representou também uma força renovadora para o movimento espírita.
Ademir Amaral destaca que a doutrina espírita não difere tanto das outras religiões no que diz respeito a viver os ensinamentos de Cristo. A diferença é a visão mais abrangente que o Espiritismo traz para seus seguidores.
Chico Xavier psicografou mais de 400 livros, sendo todo o dinheiro das vendas repassado para centros de caridade. “Chico Xavier – o filme”, obra baseada no livro do escritor Marcel Souto Maior, levou três milhões e meio de espectadores aos cinemas de todo o país. Já “Nosso Lar”, filme baseado no livro psicografado por Chico, levou quase cinco milhões de pessoas aos cinemas.
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História sobre os livros de Kardec

Por Roberty Lauar
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O Livro dos Espíritos
A obra veio a público em 18 de abril de 1857, na forma de perguntas e respostas, originalmente compreendendo 501 itens. Foi fruto dos estudos de Kardec sobre os fenômenos das mesas girantes, difundidos por toda a Europa em meados do século XIX, e que, segundo muitos pesquisadores da época, possuíam origem mediúnica. Foi o primeiro de uma série de cinco livros editados pelo pedagogo sobre o mesmo tema.
Só a partir da segunda edição francesa, lançada em 16 de março de 1860 com ampla revisão de Kardec mediante o contato com grupos espíritas de aproximadamente 15 países da Europa e das Américas, é que aparecem 1018 perguntas e respostas.
A obra se divide em quatro “livros”, como comumente se dividiam as obras filosóficas à época, que abordam respectivamente:
- Das causas primárias - abordando as noção de divindade, Criação e elementos fundamentais do Universo.
- Do mundo dos Espíritos - analisando a noção de Espírito e toda a série de imperativos que se ligam a esse conceito, a finalidade de sua existência, seu potencial de auto-aperfeiçoamento, sua pré e sua pós-existência e ainda as relações que estabelece com a matéria.
- Das leis morais - trabalhando com o conceito de Leis de ordem Moral a que estaria submetida toda a Criação, quais sejam as leis de: adoração, trabalho, reprodução, conservação, destruição, sociedade, progresso, igualdade, liberdade e justiça, amor e caridade.
- Das esperanças e consolações - concluindo com ponderações acerca do futuro do homem, seu estado após a morte, as alegrias e obstáculos que encontra no além-túmulo.
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Princípios básicos da Doutrina Espírita (resumo)

Por Roberty Lauar
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O termo “Espiritismo” é sinônimo de Doutrina Espírita, porém, frequentemente, é utilizado erroneamente para designar qualquer prática do mediunismo (comunicação com os Espíritos), ou confundido com cultos afro-brasileiros (Umbanda, Candomblé, entre outros).
O Espiritismo é uma doutrina que trata da natureza, da origem e do destino dos Espíritos e de suas relações com a vida material. Foi revelada por Espíritos Superiores e codificada (organizada) em 1857 por um professor francês conhecido como Allan Kardec.
Surgiu, pois, na França, há mais de um século. Traz em si três faces: filosofia, ciência e religião (moral).
Os adeptos da Doutrina Espírita são os espíritas e suas práticas se baseiam no estudo das obras básicas da Codificação e na assistência material e espiritual aos necessitados.
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Fundamentos da Doutrina Espírita

Por Roberty Lauar
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A Doutrina Espírita, de modo geral, fundamenta-se nos seguintes pontos:
- Na existência e unicidade de Deus, desconstruindo o dogma da Santíssima Trindade:
- Na existência e imortalidade do espírito, compreendido como individualidade inteligente da Criação Divina (Para Kardec, a ligação entre o espírito e o corpo físico, é feita por meio de um conectivo “semimaterial” que denomina de perispírito);
- Na defesa da reencarnação como o mecanismo natural de aperfeiçoamento dos espíritos;
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História do Espiritismo: Fora da caridade não há salvação

Por Roberty Lauar
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Durante o século XIX houve uma grande onda de manifestações mediúnicas nos Estados Unidos e na Europa. Estas manifestações consistiam principalmente de ruídos estranhos, pancadas em móveis e objetos que se moviam ou flutuavam sem nenhuma causa aparente. Entre eles destacou-se o suposto caso das irmãs Fox, nos EUA.
Em 1855, o professor Denizard Rivail, que depois adotou o pseudônimo de Allan Kardec, pretendia ter investigado o fenômeno que muitas pessoas afirmavam ter experimentado na época, das mesas girantes ou dança das mesas, em que mesas e objetos em geral pareciam animar-se de uma estranha vitalidade.
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Nascer, morrer, renascer ainda e progredir sem cessar, tal é a lei.

Por Roberty Lauar
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Kardec passou os anos finais de sua vida dedicado à divulgação do Espiritismo entre os diversos simpatizantes, e defendê-lo dos opositores através da Revista Espírita ou Jornal de Estudos Psicológicos. Faleceu em Paris, a 31 de março de 1869, aos 64 anos (65 anos incompletos) de idade, em decorrência da ruptura de um aneurisma, quando trabalhava numa obra sobre as relações entre o Magnetismo e o Espiritismo, ao mesmo tempo em que se preparava para uma mudança de local de trabalho. Está sepultado no Cemitério do Père-Lachaise, uma célebre necrópole da capital francesa. Junto ao túmulo, erguido como os dolmens druídicos. Acima de sua tumba, se lema: “Nascer, morrer, renascer ainda e progredir sem cessar, tal é a lei”.
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