Giro de Notícias

Educar: Nobre missão - Zelosos e dedicados profissionais têm contribuído significativamente para a nossa qualidade de vida

Por Clóvis Roberto Benedetti Lourenço
Graduado em Administração de Empresas – ITE – Bauru – SP
Especialização em Educação Escolar – FECAP/Integrale
Este endereço de e-mail está protegido contra spambots. Você deve habilitar o JavaScript para visualizá-lo.


Na área da saúde física e mental, médicos, enfermeiros, fisioterapeutas, fonoaudiólogos, dentistas, psicólogos, dentre outros, se esforçam para eliminar ou reduzir os incômodos que sobrevêm a nós pobres mortais.
Imaginem o que seria da nossa comunidade sem as leis e sem os que nos defendem quando as infringimos voluntária ou involuntariamente? Benditos sejam os advogados, promotores, juizes!
Contadores realizam registros contábeis, apurando lucros e ou prejuízos; engenheiros desenvolvem “engenhosidades”; arquitetos com suas idéias arrojadas nos habilitam a viver com mais conforto e beleza; mestres-de-obras e pedreiros executam estas idéias; policiais mantêm a ordem e segurança; garis limpam o lixo não “colocado no lixo”; jornalistas e repórteres nos trazem informações e entretenimento; o agricultor sob sol, chuva lavra a terra e produz nosso alimento. Pare e pense: consegue viver sem eles?
Há uma infinidade de atividades, todas vitais e necessárias para nossa vida em comunidade. Todas igualmente importantes.
No entanto, há uma profissão que, num grau maior ou menor, todas as outras dependem dela: o professor.
Sem professor, não teríamos médicos, engenheiros, advogados, contadores, juízes, governadores, presidentes. Não haveria tecnologia, nem leitura de mundo... .
Placas no trânsito não teriam razão em existir, pois não seriam lidas assim como também obras primas de Jorge Amado, Machado de Assis, José de Alencar dentre outros; e-mail, orkut, site nem “povoariam” a nossa mente; mestres-de-obras não materializariam a genialidade de Oscar Niemayer; Clark Gable e Viviam Leight não nos emocionariam com “E o Vento Levou” etc.
Infelizmente, nem sempre reconhecemos a importância profissional dos outros na nossa vida, e isto também acontece para com os professores.
Para ser professor é necessário esforço árduo: muita leitura e estudos, pois o conhecimento se tornou dinâmico e o que era verdade ontem, pode hoje não ser mais; paciência, afinal muitos jovens não querem aprender; autodomínio também é vital ao lidar com os alunos e seus pais que nem sempre apóiam sua autoridade; persistência para não desistir diante dos vários obstáculos que surgem no dia-a-dia dentro e fora da sala de aula; muita fé, crendo verdadeiramente na possibilidade de que é possível mudar maus costumes e que todos podem e devem aprender.
Também é necessário bom humor ao deparar-se com possíveis traquinagens, assim como imaginação para cativar a atenção dos alunos, além de certa dose de ousadia para trilhar novos caminhos e novos métodos em busca de aulas mais interessantes, agradáveis, e significativas aos educandos. Ensinar a sonhar sonhos possíveis de serem realizados, sensibilidade para perceber a necessidade de integrar um aluno, apoiando-o ao lidar com as angústias, frustrações e comemorando as conquistas por menores que elas pareçam ser.
Acima de tudo, é necessário Amor. Amor pela vida, pelas pessoas, pelo saber, pelo ato de compartilhar.
“Se eu não fosse imperador” disse o D. Pedro II, “desejaria ser professor. Não conheço missão maior e mais nobre que a de dirigir as inteligências juvenis e preparar os homens do futuro”.
Parabéns
Sábias palavras.
Por tudo isto, queridos professores, meus sinceros agradecimentos.
Parabéns.
 

Iate Clube - Patrimônio em decadência

Lagoa Santa tem motivo para se orgulhar, mas infelizmente não pode hoje se vangloriar do fato de ter sido a primeira cidade da região metropolitana a possuir um Clube com características campestres.
Preocupado com a atual situação do Iate Clube e com as reclamações de moradores e visitantes, o Vereador Robertinho encaminhou às Secretarias competentes vários documentos apresentando sugestões de obras que favorecerão a revitalização desse prédio histórico: como nova pintura, a instalação de banheiros químicos, a contratação de vigias e principalmente a instalação de portões, confiando na certeza de que ao preservar elementos de tamanha importância cultural e turística os benefícios para Lagoa Santa serão enormes.
Para o vereador, o mau uso das dependências do Iate Clube coloca este prédio como espaço desinteressante para a população lagoasantense e assim sugeriu também estudos para a fixação de horário de funcionamento, trazendo tranquilidade aos frequentadores.
Devolver uma obra arquitetônica de valor à orla da Lagoa Central é para o vereador Robertinho uma necessidade que faz parte do desejo daqueles que acreditam nos potenciais históricos do município.
 

Você sabe o que significa Macrozoneamento?

Por Roberty Lauar
Este endereço de e-mail está protegido contra spambots. Você deve habilitar o JavaScript para visualizá-lo.
No dia 05/09/2013 no auditório da Faculdade de Ciências Econômicas da UFMG foi realizado o 1º Seminário Técnico do Projeto de Macrozoneamento Metropolitano da RMBH, como desdobramento do Plano Diretor de Desenvolvimento Integrado (PDDI-RMBH), entregue pelo Governo de Minas por meio da Secretaria de Estado de Gestão Metropolitana e da Agência de Desenvolvimento da Região Metropolitana de Belo Horizonte, em 2011.
Entendeu? Não? Pois bem no dia 13/09/2013 estiveram em Lagoa Santa, técnicos da UFMG e do Governo do Estado para mobilizar agentes locais que contribuirão para implantar o Macrozoneamento da região metropolitana. Fazem parte da pauta os seguintes temas: A importância do Macrozoneamento nas políticas de estado; apresentação da proposta de elaboração do Projeto de macrozoneamento; instrumentos de Comunicação; O processo participativo no Projeto; Constituição do Grupo de acompanhamento; Calendário de Visitas Técnicas, Conferência Metropolitana, Oficinas Públicas e Seminários Técnicos. Esta foi a primeira visita técnica da equipe de mobilização da UFMG ao nosso município.


O JD – Jornal Diferente
----------- Adverte! -----------
Este tema é de suma importância, pois, enquanto desdobramento do PDDI interferirá substancialmente nas políticas municipais de ocupação do solo em todos os municípios circunvizinhos. Os defensores da ocupação ordenada do solo em Lagoa Santa, os participantes dos Conselhos que definem o uso e ocupação do solo, os do Plano Diretor, os das Secretarias Municipais responsáveis pelas políticas públicas de expansão ordenada e os ambientalistas, estão sendo chamados a se engajarem a tempo de evitar uma “nova” catástrofe causada pela indiferença, falta de coesão e de projetos bem fundamentados que definam a utilização do solo Lagoasantense. Até agora, algumas contestações e manifestações foram tentadas, mas sem o poder de mudar a realidade local. A verdade é que o município de Lagoa Santa ainda não tem um Plano Diretor soberano, representativo e progressista. Fica o alerta para dois momentos distintos, mas convergentes que virão a partir de agora – O Plano Diretor local e o Macrozoneamento do Governo Estadual para as cidades do entorno da capital. A metropolização em qualquer lugar do mundo coloca em cheque a identidade de cidadãos e das culturas locais.

 

Dois pesos, duas medidas?

Matéria enviada por leitora do Jornal Diferente

Caro editor envio fotos que denunciam o abuso da nossa Prefeitura ao multar os moradores dos seus arredores pelas calçadas fora da Lei Municipal nº. 2863/2008 – art.47, quando a mesma não cumpre a lei e não cuida da sua própria sede!
Notificações e multas recebidas pelos moradores foram motivo de indignação, principalmente para aqueles obrigados a trocar as lindas calçadas verdes, ecologicamente corretas, por CIMENTO!!! Alegam os fiscais, que a troca do material e o rebaixamento das travessias beneficiariam os cadeirantes. Mas como? Há postes de luz e trânsito no meio das calçadas,  a própria calçada da Prefeitura não favorece nem o tráfego de pedestres, por estar cheia de buracos!

 

O verdadeiro amor é inexplicável e independe do sexo, é arrebatador e pronto!

Por Roberty Lauar
Este endereço de e-mail está protegido contra spambots. Você deve habilitar o JavaScript para visualizá-lo.


Paula e Cristiane, duas mulheres obstinadas, apaixonantes e sensíveis, realizaram o sonho do casamento, vestidas de noiva, com véu e grinalda, da festa, da troca de alianças e do compromisso formalizado perante a sociedade. Protagonizaram o primeiro casamento homoafetivo (união estável entre pessoas do mesmo sexo) em Lagoa Santa, cercadas de amigos, parentes e admiradores. Foi um evento marcante, singelo e muito agradável que ficará na memória de todos os presentes.
Leia mais...
 

Casamento Igualitário - Bandeira do Deputado Federal Jean Willys

Por Fabrícia Araújo
Este endereço de e-mail está protegido contra spambots. Você deve habilitar o JavaScript para visualizá-lo.


O Deputado Federal Jean Willys, defensor das igualdades, em entrevista exclusiva ao JD – Jornal Diferente, fala que o casamento Igualitário já não parece impossível no Brasil. Por outro lado a Campanha vem crescendo cada vez mais. Artistas de grande renome e prestígio como Chico Buarque, Caetano Veloso, Marisa Monte, Daniela Mercury, Mariana Ximenes, etc a defendem. A mesma coisa estão fazendo padres, pastores, rabinos, entre outros lideres religiosos que são a favor da igualdade.
Leia mais...
 

O alto custo do vandalismo urbano

Depredação nas cidades destrói bens públicos e causa sérios prejuízos
Telefones públicos quebrados, iluminação depredada, muros pichados, escolas com carteiras e lousas avariadas, parquinhos e equipamentos das academias livres, etc. O vandalismo é uma praga urbana que insiste em manter-se viva no país, gerando prejuízos incalculáveis aos municípios e dificultando a vida de muita gente.
Para se ter idéia do tamanho da barbárie, durante o último carnaval no Recife, uma única empresa de ônibus – divulgou um prejuízo de R$ 63 mil apenas nos dias de folia. Entre o ritmo do pandeiro e do tamborim, a cidade paulista de Campinas, bem menos badalada que a capital pernambucana, amargou um prejuízo maior ainda. Os foliões de lá deixaram uma indigesta conta de R$ 85 mil. No estado de São Paulo, a empresa Telefônica, responsável pelos “orelhões”, tem 25% desses aparelhos destruídos todos os meses. Segundo sua assessoria de imprensa, se não houvesse manutenção nos 250 mil telefones públicos instalados em todo o estado, em apenas quatro meses não haveria um único aparelho em condições de uso nos 622 municípios atendidos pela companhia. Todos os meses são gastos R$ 1,2 milhão para recuperar as unidades danificadas.
A educação seria o melhor caminho para transformar pessoas incivilizadas em cidadãos que não destroem um patrimônio que pertence a todos. O problema é que é justamente no ambiente escolar que começam as aulas de vandalismo. Do chiclete colado sob a carteira a pichações e depredações, o cenário das escolas, em especial as públicas, leva à constatação de que muito ainda precisa ser feito. “É preciso agir para que a comunidade sinta a escola como sua”, aconselha o professor Wanderley Codo, doutor em psicologia social e pesquisador do Laboratório de Psicologia do Trabalho da Universidade de Brasília. Segundo ele, o problema é que “as pessoas não compreendem que todos são responsáveis pela conservação de um bem público.

 

Quando será o fim?

Por Fabrícia Araújo
Este endereço de e-mail está protegido contra spambots. Você deve habilitar o JavaScript para visualizá-lo.


    A cada ano que passa, muitas mudanças vem acontecendo a nossa volta. Impressão ou não, mas os dias estão cada vez mais curtos. As vinte e quatro horas disponíveis, parecem que duram menos que doze horas. Não há tempo para mais nada. Estação do ano, é algo que existe só no nome... as mudanças drásticas de temperatura assustam. Em um mesmo dia faz calor em outro extremo,  no final da tarde, tudo esfria ou chove. Já aconteceu isso várias vezes.
Leia mais...