Arte e Cultura
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Exposítio – IV Feira de Utilidades do Lar, Decoração e Construção do Vetor Norte, encanta lagoa Santa

Por Roberty Lauar
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Sr. Carlos Alberto de Mello, Idealizador da ExposítioDe 01 a 05 de Maio de 2013 em Lagoa Santa, considerada a Capital do Vetor Norte acontece a Feira de Negócios mais expressiva da região. São mais de 60 Stands, agora em novo local, amplo, confortável e seguro. Serão cinco dias para você se divertir, passear com a família, encontrar com os amigos e comprar tudo que sempre desejou para sua casa, sítio ou casa de campo. A lista de produtos e serviços em exposição é interminável, a começar pelos móveis de todos os formatos e gosto; são de madeira, de demolição, de cristal, de vime, planejados, para interiores ou exteriores, para sua área de lazer e tudo de muito bom gosto. Na Exposítio você também encontra, equipamentos como sauna, banheiras de hidromassagem, piscinas, churrasqueiras e a grande novidade em climatizadores para áreas abertas e semi-abertas.
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Evento Cultural: Lagoa Interativa

Por Fabrícia Araújo
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Fundado há cerca de dois anos em Lagoa Santa, o Coletivo Calcariu veio para incentivar e apoiar a diversidade cultural na cidade através da dança, da música, da poesia e da arte em geral. No último dia 20 de abril aconteceu a segunda edição do evento cultural Lagoa Interativa no Iate Clube de Lagoa Santa. O grupo proporcionou momentos de lazer para a população, através da apresentação do curta metragem ficcional “Asdrubal Huberval”, produzido pelo Casulo - Laboratório de Ideias, roda de capoeira, Irmandade dos Atores da Pândega, pedalada e shows com as bandas Absinto Muito e Crime Verbal.  Além disso, o evento proporcionou aos amantes de esportes radicais, o slackline – equilíbrio sobre cordas suspensas e muitas manobras radicais de skatistas e também uma mesa de discussão sobre a condição atual da Lagoa Central da nossa cidade. Entre os integrantes da mesa estavam Demóstenes Sales (Engenheiro civil responsável por obras importantes na cidade), Titane (Cantora de renome na cena nacional), Otto Freitas (Construtor de barcos e morador apaixonado por Lagoa Santa) e Fátima Gouvêa (Diretora Municipal de Meio Ambiente). Integrante do Coletivo Calcariu, Raul Mariano explica que “o grupo é formado por artistas de várias áreas culturais que apresentam de forma independente o seu trabalho e colaboram para realizar apresentações ao ar livre para a população local. O evento cultural Lagoa Interativa recebeu o apoio da Secretaria de Cultura da cidade. Nosso principal objetivo é incentivar novos artistas e seus trabalhos autorais, dando a oportunidade de mostrar o que sabem fazer de melhor”.

 

Será que “Bobeira Pega” mesmo?

Por Fabrícia Araújo
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Pedro Bismarck, humorista consagrado na pele de  Nerso da Capitinga, conta para o JD- Jornal Diferente, como o humor passou a fazer parte de sua vida e do prazer de fazer a alegria das pessoas com espetáculos apresentados pelo Brasil inteiro.
JD: Como surgiu a oportunidade de ingressar na carreira artística como humorista?
R: Quando criança eu já gostava de fazer graça, mas percebi que era mesmo engraçado, quando vim para Juiz de Fora para servir o Exército, onde pretendia seguir a carreira militar.
JD: Qual foi o seu primeiro personagem?
R: O primeiro personagem que criei foi o Nerso, que na época se chamava Denílson.
JD: “Nerso da Capitinga” é o seu personagem de maior destaque e reconhecimento. Você pode nos contar um pouco a história dele?
R: O personagem Nerso da Capitinga surgiu como uma brincadeira. Na época eu já estava no exército, e depois de cinco horas da tarde, não tínhamos muito o que fazer, aí eu começava a brincar com os colegas fazendo o menino bobo da roça. Eu contava as piadas já adaptadas para o linguajar do povo da Capitinga e com isso, eu criei o personagem em meados de 81.
JD: Por que você optou por aderir a  linguagem “caipira” utilizada por Nerso da Capitinga?
R: Quando criança, ia visitar o meu avô que morava na roça e sempre ficava observando as pessoas e os seus comportamentos. Como hoje ainda continuo morando em um sítio, estou sempre rodeado de tipos que continuam contribuindo para o personagem
JD: O humor sempre se fez presente na sua vida? Quando você percebeu que poderia  trazer diversão e alegria para as pessoas?
R: No Exercito a minha veia cômica já transparecia nas brincadeiras com os companheiros de farda, e foi ali, durante os intervalos de descanso, que percebi que podia levar a sério  a profissão de fazer rir.
JD: Há quanto tempo você está com o personagem na Rede Globo? De que maneira a emissora contribuiu para o crescimento do personagem?
R: São 23 anos. No ano de 1990, eu gravei um vídeo para possivelmente participar de um caminhão do Faustão que viria a Juiz de Fora. Essa fita se perdeu e quando a Escolinha do Professor Raimundo passou de uma apresentação semanal no programa do Chico, para uma apresentação diária na TV Globo, eles começaram a procurar novos artistas para compor o elenco da Escolinha. Um diretor de programação da região, que era amigo de um dos diretores da Escolinha e que já tinha assistido ao meu show várias vezes em Juiz de Fora, acabou tendo acesso a essa fita, que acabou parando nas mãos do Chico Anysio. Tudo isso aconteceu sem o meu conhecimento, quando recebi o contato da produção informando que o Chico tinha se interessado pelo meu personagem, achei que era trote. Fui contratado  e a Globo me projetou para o país inteiro.
JD: Qual a influência do humorista Chico Anísio em sua trajetória?
R: O Chico sempre foi o meu ídolo e eu sempre me espelhei no seu profissionalismo para embasar o meu trabalho. Às vezes eu imitava alguns dos seus personagens e era espectador assíduo de tudo o que ele fazia. De repente me deparei com aquele “monstro” do humor não só me orientando como me recebendo no seu programa. A Escolinha foi sem dúvidas a maior oportunidade que tive na carreira e o Chico foi literalmente o meu primeiro professor (risos).
JD: Você já fez algum personagem que foge dos padrões humorísticos? Como foi essa experiência?
R: Nunca fiz uma peça séria, mas acho que com alguma preparação seria possível. Dizem os grandes atores, que é mais fácil fazer chorar do que rir.
JD: Para você, qual é a maior gratificação em levar o humor para crianças, idosos e adultos?
R: Eu sempre falo que sou um privilegiado, pois ganho a vida fazendo o que mais gosto, levando alegria e descontração às pessoas. É muito prazeroso ver uma platéia sorrindo.
JD: O que o público de Lagoa Santa pode esperar para o espetáculo do Nerso da Capitinga?  Nerso, mande um recado para os Lagoasantenses!
R: Eu já estive em Lagoa Santa algumas vezes, e fui sempre muito bem recebido, então é com muito prazer que estou voltando para me apresentar com o Show “Bobeira Pega”. Espero contar mais uma vez com o carinho e com a presença de todo o publico de Lagoa Santa.

 

Dr. Lund – O Pai da Arqueologia e da Paleontologia Brasileira “Parte 7 - Ultima parte”

E  assim se passaram 166 anos
Como se sabe, o órgão mais sensível do corpo humano é o bolso. Com Lund não foi diferente. Tudo bem, ele ficou sem dinheiro, teve de vender seus dois escravos e parou de pesquisar. Mas ainda assim seus irmãos lhe enviariam recursos suficientes para que passasse de forma confortável o resto da vida no Brasil. Por que não voltou à Europa? Talvez fosse o medo do inverno escandinavo. Talvez tivesse receio de sua família descobrir que ele havia perdido uma fortuna no Brasil.
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Dr. Lund – O Pai da Arqueologia e da Paleontologia Brasileira “Parte 6”

Surge um novo personagem
Embora exista uma lista cronológica das cartas, a coleção não está agrupada dessa forma. Existem diversos fólios, cada qual reunindo um determinado conjunto de documentos. Assim, há um fólio com a correspondência trocada com a família: outro com os Reinhardt (Pai e filho): um terceiro com personagens diversos, entre amigos, colegas naturalistas na Europa, comerciantes e livreiros do Rio de Janeiro: e um caderno de rascunhos cheio de rabiscos, abreviações, frases inseridas e outras riscadas. Era nele que Peter Lund redigia a primeira versão de todas as cartas. Num segundo momento, ele as corrigia. Só então as passava a limpo e as enviava.
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Dr. Lund – O Pai da Arqueologia e da Paleontologia Brasileira “Parte 5”

A Herança de um naturalista
O pequeno Arraial da Nossa Senhora de Saúde de “Lagôa Santa” dos tempos de Lund não existe mais. A rua de terra batida com suas 60 casas simples de pau-a-pique agrupadas na margem de um dos mais belos lagos da região deu lugar a um bairro residencial da periferia de Belo Horizonte, a 15 minutos de Confins. O nome do naturalista, no entanto, está em todo lugar. No centro da cidade, por exemplo, existe uma pracinha com um busto do dinamarquês e a frase “Aqui sim é bom para se viver”. Do outro lado fica a escola Municipal Dr. Lund, construída nos anos 1930 no local onde era a casa do cientista. A poucas quadras de distância fica o cemitério Dr. Lund, uma quadrinha de terreno murado, onde esteve enterrado, ao lado de dois de seus assistentes, o pintor norueguês Peter Andreas Brandt e o alemão Wilhelm Behrens. Como Lund era luterano, não podia ser enterrado em um cemitério católico.
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Dr. Lund – O Pai da Arqueologia e da Paleontologia Brasileira “Parte 4”

O Mistério de uma vida:
Nunca se soube ao certo quais os motivos que levaram Lund a interromper sua carreira. A única pista se encontra num curto parágrafo de uma carta enviada em 10 de janeiro de 1845 para JOHANNES C.H. REINHARDT (1776-1845), seu antigo orientador.
“O trabalho nas cavernas está no seu final, não porque este não me dê prazer nem me falte material. Conheço algumas enormes cavernas de ossos que merecem ser escavadas, mas me falta saúde para tanto, assim como um aprendiz bem instruído para me ajudar. Mas a razão principal são as consideráveis despesas, as quais não me vejo mais em condições de arcar através de meus próprios meios.
OBS: “Lund escreveu a seu antigo orientador o trecho aí descrito, não deixa dúvidas, pois se trata de um documento de próprio punho, portanto oficial e não especulativo”
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Dr. Lund – O Pai da Arqueologia e da Paleontologia Brasileira “Parte 3”

Peter Wilhelm LundLund encontrou evidências da coexistência do Ser Humano com a “Mega Fauna” extinta. A descoberta era extraordinária. Para saber por que, o leitor precisa ter em mente que em 1843 Charles Darwin ainda não havia publicado “A Origem das Espécies” (1859) e que, portanto, ainda não existia a Teoria da Evolução das Espécies. Antes de Darwin, era senso comum que todas as formas de vida surgiram no “Gênesis”. O que se discutia era por que Deus teria se dado ao trabalho de destruir a sua própria criação, questão premente desde que começaram a ser identificados ao redor do globo “Fósseis” de animais extintos, como o “Mamute Siberiano” no século XVII e o “Mastodonte” americano no século XVIII.
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Dr. Lund – O Pai da Arqueologia e da Paleontologia Brasileira “Parte 2”

Peter Wilhelm LundO texto abaixo servirá para pesquisas e trabalhos escolares. A saga de Dr. Lund, as riquezas arqueológicas da região, a história de Lagoa Santa estão resumidas e em capítulos e nesta segunda etapa segue o texto de Peter Moon, num trabalho magistral que serviu de tema para seu Doutorado em história da ciência.

Um Naturalista perdido nos trópicos.
A primeira visita de Lund ao Brasil aconteceu entre 1825 e 1829, quando morou em Niterói e estudou a flora da Mata Atlântica. De volta à Europa, obteve seu doutorado em Filosofia Natural, mas não conseguiu esquecer o Brasil. Resolveu voltar. Desembarcou no Rio de Janeiro em 1833 para uma temporada de estudos que deveria durar três anos.
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Dr. Lund – O Pai da Arqueologia e da Paleontologia Brasileira

Peter Wilhelm LundConheça as peripécias paleontológicas-filosóficas de um naturalista que se isolou no sertão de Minas Gerais no século XIX para desenterrar Preguiças-gigantes, Tigres-dentes-de-sabre e encontrou o “Homem de Lagoa Santa”.
Maior felino que já existiu, o Tigre-dentes-de-sabre podia ultrapassar os 400 quilos – 100 quilos a mais que o maior gato vivo, o tigre Siberiano. Dotados de um par de enormes caninos com até 30 centímetros e forma de adaga, aqueles bichanos ultragraúdos habitaram as Américas de norte a sul por 02 milhões de anos, desaparecendo há 10 mil anos. O que quase ninguém sabe é que esse famigerado personagem da idade do gelo era; originalmente brasileiro. Seus fósseis foram achados em 1841 em Lagoa Santa – MG pelo naturalista dinamarquês Peter Wilhelm Lund (1801-1880), que batizou a espécie de Smilodon Populator.
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